A Federação Francesa de Futebol apresentou, nesta terça-feira (28), Zinédine Zidane como novo treinador da seleção da França. Aos 54 anos, o ex-comandante do Real Madrid assinou contrato até junho de 2030 e assumirá oficialmente o cargo no dia 1º de agosto.
Emocionado durante a apresentação, Zidane afirmou que treinar a seleção francesa sempre foi seu principal objetivo desde que deixou o Real Madrid, em 2021. Segundo ele, propostas de clubes foram recusadas nos últimos anos à espera da oportunidade de assumir a equipe nacional.
“É um sonho que se torna realidade. Recebi propostas nos últimos quatro ou cinco anos para assumir clubes. Recusei todas para treinar a seleção francesa. Era a única coisa que eu queria fazer depois do Real Madrid. Conheço a equipe desde criança. Comecei nas categorias de base, passei por todas as etapas até chegar ao time principal. É o ápice. Vou dar tudo de mim para garantir que este time continue vencendo”, declarou.
O presidente da Federação Francesa de Futebol, Philippe Diallo, informou que o trabalho de Zidane começará efetivamente em setembro, quando a França estreia na próxima edição da Liga das Nações.
O novo treinador substitui Didier Deschamps, com quem dividiu o meio-campo nas conquistas da Copa do Mundo de 1998 e da Eurocopa de 2000. Como técnico, Deschamps permaneceu 14 anos no comando da seleção, conquistando a Copa do Mundo de 2018 e a Liga das Nações de 2021, antes de encerrar seu ciclo após o Mundial de 2026.
Sem comandar uma equipe desde 2021, Zidane chega credenciado pelo histórico de sucesso no Real Madrid. Em sua primeira passagem pelo clube, entre 2016 e 2018, conquistou três títulos consecutivos da Liga dos Campeões, além de um Campeonato Espanhol, duas Supercopas da Uefa, dois Mundiais de Clubes e uma Supercopa da Espanha. No retorno, entre 2019 e 2021, venceu mais uma LaLiga e outra Supercopa da Espanha.
Durante a entrevista, Zidane também comentou os recentes episódios de racismo envolvendo jogadores da seleção francesa na Copa do Mundo e defendeu o combate à discriminação.
“Talvez não possamos mudar as coisas, mas vivemos num país lindo, com essa diversidade. Eu cresci num bairro onde havia espaço para todos. Precisamos combater o racismo”, afirmou.
Nos últimos dias, jogadores da França foram alvo de ataques racistas durante o Mundial. Um dos casos de maior repercussão envolveu o atacante Kylian Mbappé, que recebeu ofensas nas redes sociais após a vitória sobre o Paraguai, pelas oitavas de final. A Justiça francesa abriu uma investigação para apurar o caso por suspeita de incitação ao ódio e insulto público agravado.
O primeiro compromisso oficial de Zidane será em setembro, pela fase de grupos da Liga das Nações. A França estreia fora de casa contra a Turquia e, na sequência, enfrenta a Bélgica. A primeira partida como mandante no novo ciclo será diante da Itália.
VAI RESPONDER EM LIBERDADE: Médica suspeita de injúria racial é solta; CNH foi suspensa
CONDENADO A 36 ANOS: Deputado Binho Galinha recebe aval para disputar reeleição na coligação de Jerônimo
CBX: Homem é preso em flagrante por extorsão em esquema de agiotagem após ameaçar mulher
DE CAMISA DO BAHIA! Davi Brito e Emilly Araújo se casam em cartório de Salvador
Veja mais
MAIA CHEGOU, BAHIA! Mulheres de Aço anunciam atacante que marcou 25 gols em 26 jogos
APONTA INVESTIGAÇÃO: Influenciadora e marido foram mortos por desafiar facção
REGULAÇÃO 4983654! Filhas imploram Jerônimo por vaga em hospital: “nossa mãe vai morrer”



